quinta-feira, 27 de março de 2008

Capítulo nove: Uma noite sem nada, que o treinamento tardio comece

9-

A luz ardia seus olhos, o incomodado o que dormia, no recinto. André que ainda não havia se recuperado do combate que seu alterego enfrentou. Remexeu-se um pouco, e um pouco relutante se levantou. A luz que outra hora ardia seus olhos era a luz da lâmpada de seu quarto, que fora acesa pela sua mãe para acordá-lo. No relógio digital que ficava numa bancada a frente da cama marcava dez e trina e cinco da noite.

Ao se levantar da cama com o corpo ainda se arrastando, foi até a sala e começou a imaginar o que “raios” era aquele tal Anjo de Pedra. Desejou profundamente que aquele simpático senhor aparecesse naquele momento e explicasse todas as coisas pendentes do ultimo encontro.

André então se sentou na mesma poltrona, ligou a TV e começou a esperar que novamente fosse levado para o hall dos Lisarb’s. Mas isso não aconteceu. André chegou a cochilar na poltrona esperando tal fato acontecer, porem nada aconteceu. Num desses cambaleios de sono. André deslumbrou um quadro de horários que ele mesmo havia feito. Era uma rotina de rondas que ele faria as noites para poder dar cabo dos malfeitores noturnos, mesmo achando que os diurnos já deram caldo para o dia todo.

Volto para o seu quarto e se arrumou para dormir. Deito-se na cama e com um leve toque no medalhão e com um brilho muito intenso LISARB surge novamente. Só que sem toda a graça das vezes anteriores. Estava sem feridas, mas seu traje estava em retalhos.

Saindo pela janela, Lisarb rondava silenciosamente as ruas, os bairros, apartando algumas confusões. Mas havia muito medo. Achava que a qualquer momento o Anjo de Pedra poderia aparecer e desmontá-lo, como um boneco de ação miniatura. E foi então que ao virar a esquina!!!!!!!!!!!!! Lisarb esbarra com um senhor simpático. O mesmo que o André esperava na poltrona.

-Vamos filho. -falava sorridente o senhor – Se não houver mais interrupções ou atrasos, podemos continuar nosso treinamento?

Continua...

quinta-feira, 20 de março de 2008

Capítulo oito - Em pocições, preparados, Lutem a contra alguem realemtne duro o ANJO DE PEDRA!

8-

Voltando para o céu Lisarb ainda ensopado e com a respiração ofegante voltou a se por em posição de ataque, enquanto o ser alado já voltava a atacar em alta velocidade.

- Que diabos você é? – questionava Lisarb no mesmo momento que segurava penosamente as mãos pedregosas de seu oponente.

-Quem sou eu LISARB? – fala a besta – EU SOU O ANJO DE PEDRA! Não lembra mais de mim?

-Desculpe. Naquela festa as escuras nem dava pra saber quem era o que? – respondeu ironizando o adversário.

-Você agora está engraçadinho, hein? Vamos ver por quanto tempo duro esse seu sorriso!

E mais uma sucessões de ataques e defesas irromperam no ar, mas os golpes de nosso super herói parecia não afetar o tal do anjo de pedra. E a cada soco seus punhos se cortavam mais e mais cada vez se tornando os cortes mais profundos feitos pelas pedras pontiagudas. Seu traje estava em retalhos, e sua energia quase que totalmente esvaecida. Foi quando Com mais um golpe nas costas Lisarb voltou a cair nas águas da Lagoa, que agora já estava com uma platéia consideravelmente respeitosa com estrangeiros e tudo para apreciar a luta.

O Anjo de Pedra ficou sobrevoando a lagoa procurando seu alvo. A essa altura muitos já aplaudiam o que nem sabia o que era. Do outro lado da lagoa Lisarb saia escondido parecia estar com o braço fraturado.

-Nunca pensei que a lagoa fosse tão rasa – falava consigo mesmo o nosso herói – mas talvez eu consiga prende-lo de baixo d’água e ir embora ele é de pedra. Espero que ele não bóie.

Voltando a se lançar no ar, mas já sem tanta ferocidade Lisarb vai atacar o anjo de pedra agora com um plano traçado, a questão que rodava na cabeça dele era que se o plano funcionaria. Subiu o mais alto que conseguia deixando o sol bem atrás dele. Então ele o chamou:

-Fala ai anjinho barroco! É só isso que você sabe fazer? – Gritava lá de cima.

E ao olhar para o nosso herói o anjo de pedra ficou ofuscado com a luz do sol. E era essa a brecha da guarda do seu oponente que Lisarb queria se lançando a mais de Mil por hora, ambos caíram dentro das águas e por alguns segundos que, se arrastaram tanto por causa da ansiedade dos espectadores, o mar ficou calmo. Como se não tive havido uma batalha lá.

Um minuto depois sobe para superfície Lisarb, que nada até a orla e acaba ficando deitado por um tempo nela. Quando os flashes começaram a pipocar nos seus olhos ardidos de tanta dor que sentia ele se lembrou de Seu estado como André que deveria estar em um lugar aonde ele nem lembrava como chegar. Levantou-se com a ajuda de alguns fãs e se lançou aos seus vagarosamente, arrastando os pés nas águas da Lagoa antes de conseguir adquirir altitude. Senti-se desejando seu corpo de André e acabou decidindo em voltar para casa aonde era o ultimo lugar que ele lembrará onde esteve e que ele sabia como chegar.

Um corpo dolorido acordava num sofá confortável com um pouco de comida tombado no chão. André acordava sentindo fortes dores no corpo, mas sem nenhum sangramento. Fortes dores provinha de onde deveria estar saindo muito sangue.

- Cara que sonho, olha que o dia nem escureceu.

Levantou-se tirou os sapatos, passou no banheiro lavou a cara, tomou um remédio para parar a dor de cabeça e se deitou em sua cama por onde desejava ficar até o dia seguinte

Continua...

quarta-feira, 12 de março de 2008

Capítulo Sete - Um primeiro encontro, um encontro nada romantico

7-

Ainda no hall dos Lisarbes, André sem entender nada, ainda olhando o altar vazio questionava para o velho.

- Quem se libertou? O que deveria estar naquele altar?

-O seu pior inimigo. – respondia com temor na voz – mas você não está preparado para isso.

-Perá ai! Tu acha que eu não sou páreo para o que quer que seja o que estava nesse altar?-falava André descrente do poder do seu oponente.

-Você é novo e não quero perder outro Lisarb.

Indignado André fecha os olhos e se concentra. Seu medalhão no peito começou a brilhar e todas as sensações ruins que ele sentira pela manha voltavam. Em poucos segundos ele estava no corpo do poderoso Lisarb.

-Mestre João! – dizia Lisarb – estou retornando para a Terra para deter o Anjo de Pedr!

E com um pulo ele se lançou em direção ao teto do hall que de tão alto parecia não ter. Coberto pelas nuvens e uma claridade muito forte, ele foi jogado para cima da lagoa Rodrigo de Freitas.

Ele parou por um instante e começou a se esforçar para ouvir um rastro de seu Arquiinimigo. Mas não demorou muito e ao abrir os olhos ele viu um grande vulto negro escondido pela luz do sol, voando em altíssima velocidade em sua direção. Lisarb preparou a defesa, mas foi inútil. Ao chegar perto criatura o jogou para água com muita força. Encharcado Lisarb saia da água a beira da lagoa.

- Isso vai ser divertido – vociferou Lisarb.

-Muito divertido – Respondeu a besta alada.

segunda-feira, 10 de março de 2008

AVISO!!!

As postagens de Lisarb serão semanais agora apartir deste ponto. Preciso de desenhistas para ilustrar os proximos capitulos quem quiser se voluntariar estou aceitando só deixar um comentário falando que está interressado e um e-mail para contado

Capitulo seis - Um inicio para tudo, um novo super poderoso surge.

6-

Ainda assustado André não consegui achar as palavras. Foi então que o senhor muito bem aconchegado na poltrona voltou a falar.
- Você usou seus poderes incorretamente Sr. Medeiros. Dizia o velho apertando os nós das mãos uns contra os outros.
- Como assim!? - Respondeu André que parecia acordar. - Eu usei os poderes para ajudar a quem precisa-se. Não era esse o propósito dos meus poderes?
- Você ajudou. Sim ajudou. Mas não com o propósito de ajudar. Mas sim com o propósito de aparecer. Estás sendo movido pela fama, não pela solidariedade.
- Mas a fama veio até mim, eu não busquei.
- Não buscou, mas quando se viu tocado por ela começou a procurá-la. Pensa que eu não sei da sua frustração por não ouvir os aplausos daquele salvamento espetacularmente exibicionista? - Dizia o senhor não identificado se ajeitando na poltrona. - Eu consigo sentir o que você sente. Você não é o primeiro a assumir tal cargo. Mas quero que seja o ultimo. Feche os olhos. - E com um gesto largo com as mãos os olhos de André foram se fechando e uma nuvem branca foi tomando toda a sala. Quando abriu os olhos ele se viu em um lugar muito claro com outros "Lisarbs".
- Quem são eles?
- Outras edições de você. - Dizia o velho sorridente.
- O que houve com eles?
- O que você acha morreram em serviço e pela honra.
- Eu não quero morrer.
- E não precisa. Falei que queria que você fosse o ultimo.
- Você deve dizer isso para todos, né?!
- HOHOHOHO. Digo mesmo rapaz, digo mesmo. Espero estar certo desta vez.
A galeria tinha "Lisarbs" de montão, de perder de vista. Várias variações de uniforme e pessoas. Velhos, jovens, crianças e até animais. Quando mais andava pelo mostruário bizarro ele se perguntava se o velho estava ali para colocá-lo como mais uma peça daquele museu de super-heróis. Com o tempo André reparou em algo constante. Todos os ex-lisarbs possuíam um buraco quase no meio do peito. Um pouco mais para a esquerda. Um buraco de se ver através dele. André começou a sentir um aperto no peito justamente onde estava o medalhão.
- Calma, calma André. - disse o senhor tirando os óculos para limpar na sua roupa. - Você ainda não vai para nessa sessão.
- Ainda?! Exclamou André assustado, tendo como resposta uma risadinha fraca do senhor.

Mais adiante André viu um altar vazio, ele logo pensou que aquele deveria ser o dele, mas ao olhar para a cara de espanto do velho deduziu que não.
- Ele se libertou. Dizia o velho fraquejando em seus gaguejos...



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Não muito longe do edifício onde André morava. Um namorado recebia a namorada na portaria. Ele estava branco gélido quando chegava ao hall enquanto ela estava apavorada nas grades do portão.
- Amor. Quero lhe mostrar algo. - dizia ele com uma animação e entusiasmo totalmente diferente do que seu corpo mostrava.
- O que foi amor o que houve?
- Fique ai e observe. - disse rapaz interrompendo a namorada sem mesmo notar que estava muito aflita.
Foi então que ele caiu de joelhos no hall. Começou então a um sangue muito vermelho a escorrer pelas suas cosas manchando a camisa e pingando no chão. Mesmo aquilo tudo parecendo doloroso ele parecia sentir prazer. Foi então que o hall do prédio que estava vazio foi se enchendo, mas não de pessoas. Mas com duas asas, grandes, negras e toscas rascaram a camisa e ocuparam todo o hall de entrada. Pareciam ser feitas de algum tipo de pedra só que tinha a flexibilidade quase igual de uma asa de carne e osso.
Então que ele olhou para sua namorada e viu que ela se encontrava desmaiada. Sem entender o porquê de não se preocupar com ela, ele deu um pulo se lançando ao céu em alta velocidade.


Continua...

sexta-feira, 7 de março de 2008

Capítulo Cinco - Um descanso para o herói, segunda feria eu prometo que começo a treinar

5-


Rapidamente Lisarb voava ao encontro do corpo de André que ainda estava deitado no chão do Box do banheiro do pré-vestibular que dava aula. Ficara apenas um pouco mais de uma hora "fora de seu corpo", mas isso parecia que não era muito tempo. Lisarb Batia os dentes parecia que tremia de frio em pleno sol de meio dia de verão do Rio de Janeiro.
Chegando ao edifício aonde o curso se instalava. Lisarb fechou os olhos e num mergulho profundo atravessou o teto, mas sem quebrá-lo, transpassou paredes e pisos até chegar ao corpo do André. No rápido choque entre os dois Lisarb sumiu.
Aos poucos André acordava, congelando, estava há uma hora e meia, confirmadas no relógio, deitado naquele chão frio que parecia estar molhado. O servente da Escola lavava o banheiro e empurrava a água com o produto de limpeza distraidamente por de baixo dos boxes.
Em um pulo ele se levantou. Tentou secar o rosto e sua roupa. E saiu correndo para sua casa. Estava atrasado para o almoço e sabia que quando chega se em casa teria muitas resposta e justificativas para dar. Correu por dois quarteirões e já não conseguindo empurrar o ar para dentro dos seus pulmões ele chegou a sua residência. Um apartamento simples, na portaria um velho senhor que desde pequeno sempre lhe tratará muito bem e era foi um ótimo conselheiro amoroso quando André tinha por volta dos seus quinze, ou dezesseis anos e vivia vários romances intensos e paixões de minuto a, literalmente, cada minuto.
Passou por ele correndo, dando tempo para simplesmente o cumprimentá-lo.
- Boa tarde, André - dizia lentamente.- Há uma correspondência para o senhor.- Mas foi inútil dizer aquilo pois André não havia parado para esperar o elevador. Mas sim subiu correndo pelas escadas.
Chegando ao seu apartamento. André já estava todo molhado de novo. Agora pelo suor. A mãe de André a Dona Isabela Medeiros, conhecida por todos como Dona Bela, saiu de um cômodo a direita da porta. Com um avental e óculos de lentes grossas e com uma expressão de preocupada para socorrer o filho.
- O que houve querido? Onde você estava? - se aproximando, filho e secando a testa dele com o avental que estava preso na cintura. - Sente-se filhinho, Dona bela vai trazer uma água bem refrescante e uma comida deliciosa e você vai me contar o que houve.
Sua mãe sempre tratou como uma criança mimada. André adorava. Pelo menos dele sabia que ouvira os aplausos, mas Não como Lisarb.
Aconchegou-se no sofá e pegou o controle remoto. Juntou um pouco mais de ar para dentro de seus pulmões ainda meio vazios e por fim ligou a televisão para ver o que passava no noticiário da tarde. E é claro mais uma vez Lisarb estava na mídia. André sorria muito satisfeito ao ouvir os elogios e as criticas e sorriu mais ainda quando viu sua mãe lhe entregar um prato de arroz, feijão, bife e batatas fritas. UM CLÁSSICO e também seu favorito.
Enquanto saboreava sua comida, sua mãe, Dona Bela, já preparava seu interrogatório. Queria e tinha direito de saber onde o seu filho estava e por que havia chegado atrasado correndo exausto.
- Dé, filhinho. Como foi a aula hoje? - perguntou ela para começar conversa.
- Muito boa mãe. A minha turma é muito aplicada. Não preciso me estressar com eles. - Falava André dando garfadas enormes e colocando quantidades absurdas de comida na boca - Amanha é que e o dia ruim. Não gosto de dar aula naquele colégio. Não me pagam e a turma é o caos.
- Sim, sim filho. Mas mudando de assunto. Por que demorou? Liguei lá pro curso e eles falaram quem não te viram.
- Estava no banheiro. Dor de barriga. - sorriu André marotamente.
- André desde aquela sua viagem você tem agido muito estranho.
- Estou bem mãe. - respondeu com um tom meio inquieto - Só não devia comer besteiras na padaria ao lado do curso.
Dona bela se levantou com muito desagrado.
- Antigamente você me contava às coisas que acontecia em sua vida. Agora fica cheio de segredos. Se ficar assim com sua namorada também ela vai te largar. E eu vou dar r...ela...fi..
A voz foi se perdendo na distancia assim como o sono vinha e subitamente André se vê envolvido por uma atmosfera tranqüila, relaxante. Virou a cabeça para o lado e Pulo para fora do sofá de susto! Virá ele mesmo sentado do seu lado só que com cabelos escuros, roupa colante ver com detalhes amarelos e a capa azul.




- Não pode ser verdade eu não posso ver você, pois você sou eu. - Fala já exaltado tentando se levantar do chão.
- Ele não é você. - Disse uma voz muito calma atrás de André. - Ele é Lisarb. E você sabe disso.
- O senhor aqui!? - O que está fazendo aqui?! - Agora André mais exaltado que nunca.
- Sente-se. André. Só vim conversar sobre o mau uso dos seus poderes. Já havia lhe advertido de minhas aparições. Ou não se lembra daquele dia que eu salvei sua vida e você topou dar parte de sua alma para a mãe terra? - Dizia o senhor se sentando na poltrona ao lado esquerdo de André. Enquanto Lisarb ainda estava imóvel a sua direita repartindo o sofá com ele. - Seu treino começa agora.

CONTINUA...

quinta-feira, 6 de março de 2008

Capitulo quatro - Resgate, salvação e um pouco mais de exibicionismo

4-

Após apreciar por um instante o avião ir a direção do chão em alta velocidade. Lisarb disparo-se em direção ao mesmo para tentar ajudar. O vento zumbia forte em seus ouvidos quando ele sae projetava no ar a uma velocidade realmente espantosa.
Nesse meio tempo Lisarb pensou "Poxa, sai de lá tão rápido que nem consegui saborear os aplausos. Vou ter que fazer algo maior para ganhar mais aplausos".
Segundos depois ele alcançou o avião que já estava na altura de da Ponte Rio - Niterói. E para tentar segurar o avião a ele agarrou uma das asas e nela fincou os dedos tentando, inutilmente, parar o avião.
CRACK. Um barulho nada agradável Lisarb ouviu, e ao olhar para o lado viu que a asa que ele agarrara estava "rasgando" e se separando do avião.
Agora com a asa na mão e o avião ainda caindo. Lisarb não conseguia pensar no que fazer. Havia também desviado o avião que até o momento estava em direção do Aeroporto Santos Dumont, mas agora se dirigia em direção à orla de São Cristóvão. Ele jogou a asa do avião na baia de Guanabara. E voltou a voar para deter a queda do avião que agora só havia uma asa e era visível sua instabilidade no ar.
Mais um mergulho e Lisarb logo o alcançou. Tentou uma nova tática. Por de baixo do avião. Conseguiu manter o avião mais estável, mas continuava a cair. Ele precisava colocar aquele avião em algum lugar seguro.
Voou até a traseira do avião aonde tentou conduzi-lo para alguma direção imaginou aonde seria esse local. E como queria algo grandioso imaginou logo. Maracanã!
Tentou manter a altitude do avião até conseguir chegar próximo. Queria saber como ira fazer isso agora. Colocar um avião dentro do Maracanã. Deveria ser fácil. O Maracá é grande.
Quando começo a chegar perto, já sem forças, Lisarb soltou o avião que voltou a embicar para chão, ameaçando a rodar no ar.
Estava aparentando exausto, mas precisava fazer algo. E mais uma vez se largou ao ar e tentou segurar pela frente do avião, mas não adiantou muito. O avião continuava a cair. Então largou a frente do avião e voou atingindo o gramado macio do estádio de futebol. Pegou impulso e volto a tentar deter o avião que finalmente parecia estar caindo, mas perdendo velocidade. As veias ficavam evidentes no rosto e pescoço do herói com o tamanho esforço que estava fazendo.
E então pouco a pouco consegui aterrissar o avião "inteiro" no gramado. Estava cansado e precisava voltar para aonde André estava. Mas queria ficar para ouvir os aplausos. Alguns minutos depois não agüentava mais se lançou o ao ar e de lá de cima viu os bombeiros chegando.
O dia só estava começando para Lisarb, mas o cansaço já estava chapado em sua cara. E o pior não conseguia ouvir os aplausos que tanto queria. Poderia dizer que hoje o dia foi salvo pelo Lisarb.

Continua...

quarta-feira, 5 de março de 2008

Capitulo três - Para baixo e avante um resgate em queda livre

3-

As pessoas já se amontoavam para ver o que acontecia no alto do edifício quando uma equipe dos bombeiros e da policia chegaram.
- Desça já daí! - Exclamou um policial através do megafone.- Não tem nada a ganhar com isso!
- Ela...eve...a.gar..p....sso!!! - Gritava o homem desesperado.
Era difícil ouvi-lo, pois ele deveria ter uma ótima garganta para gritar do décimo quinto andar de um prédio, e todos escutassem com perfeição. Até por que neste intervalo de tempo um helicóptero que parecia de uma emissora de televisão. Aproximará-se da área para relatar todos os acontecimentos.
A platéia de uma ou duas pessoas que passavam na rua já não existia mais. O que realmente havia neste momento era uma multidão parada fechando o transito, todos olhando pra cima, testemunhando o que parecia ser um grande anuncio de "EU SOU CORNO" que estava acontecendo do topo do prédio.
André reparando que aquela situação necessitaria de uma ajuda especial ele correu para dentro do curso, foi direto para o banheiro dos professores e se trancou em um dos boxes laminados de divisória de vasos.
Ofegante, ele abriu alguns botões da camisa até revelar um medalhão de cor verde intensa com um núcleo amarelo. Ele se sentou no vaso e colocou a mão no medalhão que parecia estar incrustado e pele dele.
Uma sessão horrível passou pela a mente de André. Todas as cores do mundo foram sumindo, as imagens começam a ficar disforme, o ar lhe fugia o peito. Começou a transpirar frio e perder a força do seu corpo; Com os dentes bem fincados uns contra os outros para não gritar André demonstrou um ultimo ato de vida. Seus olhos perderam o brilho e ficando completamente opacos.
Desmaiado no chão do Box do banheiro, André parecia sem vida. Quando o seu amuleto começou a brilhar e de dentro dele a sair uma forma muito semelhante à de André. Usa roupas verdes com detalhes amarelos e uma capa azul escura.
Antes de se tornar 100% matéria essa forma transpassou a parede aluminada das divisórias dos boxes, as paredes de concreto do prédio até chegar a rua. Planando alguns centímetros do chão, uns trinta mais ou menos. Foi então que ele abriu os olhos e se tornou oficial. Lisarb Ira começar a agir.
Voou até chegar ao patamar do prédio, já aos gritos e aplausos. Emparelhou-se com o casal quando percebeu que o rapaz havia uma faca encostada nas costas da garota.
- Se ocê oprima mais um pentelho eu juro que taco ela daqui.-disse o homem enfurecido.- Tu também tacaria se fosse tua mulher.
-Calma , calma. - Dizia Lisarb tentando se aproximar.
- Ela me trai cara! Ele dormiu com otro e depois veio dizendo que queria me deixar por o Ricardão era melhor. VÊ se eu posso viver com isso cumpadi?!
Lisarb ficou meio sem graça d que responder por uns instantes quase denunciou isso em suas expressões faceais. Foi quando lembrou que tratava de morte e pensou que arrumaria algum jeito melhor de resolver aquilo.
- Pode, por favor, se acalmar. - dizia Lisarb se aproximando do beira do prédio.
- EU disse pra tu não chega perto!!! - jogando a garota lá de cima.




Foi uma ação muito rápida...No mesmo tempo que ela caia Lisarb mergulhará para tentar agarrá-la. O vento passava zumbindo pelos seus ouvidos. E quando falta um pouco menos de cinco metros para ela atingir drasticamente o chão Lisarb a salva e aproveitando toda a velocidade que adquirira na descida ele deu uma volta no quarteirão antes de aterrissar com a garota a salva. Uma pitada de exibicionismo também.
Então ele se lançou no ar para pegar o namorado, mas já estava sendo algemado pelos policiais.
Sentindo que seu trabalho ali terminará ele ia voltar para o corpo de André. Mas de repente, ao longe. Vê um avião descer rapidamente com uma das assas cuspindo fogo e fumaça.
"Não sei muita coisa de aviação, mas aterrissar de bico não deve ser um dos melhores meios, o mais rápido, mas não o melhor" pensou ele...

CONTINUA...

terça-feira, 4 de março de 2008

Capitulo dois - Professor bonzinho, salvando a donzela em perigo.


2- Pacificamente, André, um jovem professor de pré-vestibular, lia a manchete de todos os principais jornais em uma banca de jornal perto do curso aonde ele dava aula quando foi interrompido pelo o jornaleiro.
-Parece que o do colan verde ta fazendo sucesso! - exclamou o dono da banca - Nunca vendi tantos jornais como os dessa edição.
Sorridente André concordou com a cabeça e começou a falar:
- Lisarb é o nome dele. Parece que é um herói que nem os dos quadrinhos.
- Herói?! Ele é um louco com capa isso sim filho. Escuta o que eu estou te falando, logo ele vai aparecer se candidatando a alguma coisa. Super herói não dá dinheiro. E Lisarb!? Que nome mais feinho, não concorda?
Com uma cara de indignação André volta a falar:
-Lisarb é um nome fabuloso. Não é os estados unidos, ou Inglaterra, é Lisarb!
- e o que uma coisa tem haver com a outra? Olha filho vou ali atender o freguês se gostou pode levar esse jornal ai professor eu perdi uma paginas dele por causa de uma infiltração na banca.
Terminando o dialogo André começou correr, pois já estava em cima da hora de sua aula.
Chegando à sala os alunos não falavam em outra coisa, a não ser Lisarb, e mais uma vez um sorriso apareceu em seu rosto. Quando ameaçou começar a aula uma aluna da primeira carteira com uma foto do jornal nas mãos afirmou:
-Professor você é a cara do Lisarb!!!
André suou frio porem ao ver quem era a dona da voz se acalmou. Ele pensou que seria normal ela achar isso, pois desde o início das aulas ela já a havia comparado com Leandro di capri, Ronaldo Geneiquini, Breno estilhaço.
Até o fim da aula tudo correu super tranqüilamente, mas na saída ouve-se um grito de socorro. Um namorado inconformado por que a namorada terminou com ele quer jogá-la da cobertura de um edifício. SIM SENHORAS E SENHORES!!! ISSO É MAIS UM TRABALHO PARA LISARB!!!

Continua...

segunda-feira, 3 de março de 2008

Capitulo um - Me dê um L, me dê um I...vocês sabem o resto temos LISARB


1-

O sol queimava a pele da jovem mulata num amanhecer na praia. Tudo parecia calmo no litoral da cidade. Foi então que as sirenes soaram logo depois dos alarmes. Um grupo de três assaltantes armados dirigia em alta velocidade após assaltar um banco. Estavam indo para região litorânea aonde tinha já um barco a sua espera.
Há mais de cinco mil pés de altitude uma entidade pairava no ar, ela fecha os olhos e deixo que sua audição hiper sônica lhe guie até os criminosos. Depois de alguns segundos ele mergulha. Como um cometa. Até chegar ao nível da rua, em frente ao carro.
Assustados, o carro com os bandidos tentam virar, perdendo o controle do carro e por fim batendo numa placa de sinalização
Calmamente, este ser de roupa verde com detalhes amarelos e uma longa capa azul,se pois a andar em direção ao carro virado na estrada e arranca o teto do carro com se estivesse rasgando papel . E retira os três sujeitos mascarados de dentro.
- Quem é você? - Pergunta o primeiro mascarado muito assustado.
- Eu sou um auxiliar da justiça. - responde seriamente.
Então que de repente um dos bandidos sacou a arma e atirou bem no meio do peito do "auxiliar da justiça", e por seu espanto o projétil amassou completamente em sua pele não parecendo ter feito nenhum mal.
- Que tipo de coisa você é? - disse ele mais incrédulo do que antes.
E com um grito e o peito estufado ele responde como estive se fazendo um anuncio.
- EU SOU LISARB O NOVO PROTETOR DESTA CIDADE!!!
Quando a policia chegou os três ladrões estavam presos na haste de metal da placa, esta se encontrava retorcida como se fosse uma corda comum. Mas não havia sinal de quem tinha feito aquilo.
Nos jornais no dia seguinte uma foto turva, e uma noticia com alguns relatos de testemunhas:
A CIDADE NÃO SERÁ MAIS A MESMA...LISARB CHEGOU!

NOTA DO AUTOR


Por motivos de complicações e algumas desvantagens do flog resolvi postar em um blog...Note ainda está bem cru...mas espero que consiga apoio e incentivo para melhorar.
Ainda se recruta voluntários para as ilustrações. Seria algo legal juntar varios trabalhos. É só deixar um comentário com um e-mail para se voluntáriar.
Ainda, por causa dos dias corridos que eu tenho fora do meu escritorio (meu quarto), por motivos de prova fico devendo a parte da historia dessa semana. Atraso também causado por essa mudança de FLOG para BLOG.
Acima teremos os dois posts que já foram ao ar no flog.

Abraços
L.B.