quinta-feira, 20 de março de 2008

Capítulo oito - Em pocições, preparados, Lutem a contra alguem realemtne duro o ANJO DE PEDRA!

8-

Voltando para o céu Lisarb ainda ensopado e com a respiração ofegante voltou a se por em posição de ataque, enquanto o ser alado já voltava a atacar em alta velocidade.

- Que diabos você é? – questionava Lisarb no mesmo momento que segurava penosamente as mãos pedregosas de seu oponente.

-Quem sou eu LISARB? – fala a besta – EU SOU O ANJO DE PEDRA! Não lembra mais de mim?

-Desculpe. Naquela festa as escuras nem dava pra saber quem era o que? – respondeu ironizando o adversário.

-Você agora está engraçadinho, hein? Vamos ver por quanto tempo duro esse seu sorriso!

E mais uma sucessões de ataques e defesas irromperam no ar, mas os golpes de nosso super herói parecia não afetar o tal do anjo de pedra. E a cada soco seus punhos se cortavam mais e mais cada vez se tornando os cortes mais profundos feitos pelas pedras pontiagudas. Seu traje estava em retalhos, e sua energia quase que totalmente esvaecida. Foi quando Com mais um golpe nas costas Lisarb voltou a cair nas águas da Lagoa, que agora já estava com uma platéia consideravelmente respeitosa com estrangeiros e tudo para apreciar a luta.

O Anjo de Pedra ficou sobrevoando a lagoa procurando seu alvo. A essa altura muitos já aplaudiam o que nem sabia o que era. Do outro lado da lagoa Lisarb saia escondido parecia estar com o braço fraturado.

-Nunca pensei que a lagoa fosse tão rasa – falava consigo mesmo o nosso herói – mas talvez eu consiga prende-lo de baixo d’água e ir embora ele é de pedra. Espero que ele não bóie.

Voltando a se lançar no ar, mas já sem tanta ferocidade Lisarb vai atacar o anjo de pedra agora com um plano traçado, a questão que rodava na cabeça dele era que se o plano funcionaria. Subiu o mais alto que conseguia deixando o sol bem atrás dele. Então ele o chamou:

-Fala ai anjinho barroco! É só isso que você sabe fazer? – Gritava lá de cima.

E ao olhar para o nosso herói o anjo de pedra ficou ofuscado com a luz do sol. E era essa a brecha da guarda do seu oponente que Lisarb queria se lançando a mais de Mil por hora, ambos caíram dentro das águas e por alguns segundos que, se arrastaram tanto por causa da ansiedade dos espectadores, o mar ficou calmo. Como se não tive havido uma batalha lá.

Um minuto depois sobe para superfície Lisarb, que nada até a orla e acaba ficando deitado por um tempo nela. Quando os flashes começaram a pipocar nos seus olhos ardidos de tanta dor que sentia ele se lembrou de Seu estado como André que deveria estar em um lugar aonde ele nem lembrava como chegar. Levantou-se com a ajuda de alguns fãs e se lançou aos seus vagarosamente, arrastando os pés nas águas da Lagoa antes de conseguir adquirir altitude. Senti-se desejando seu corpo de André e acabou decidindo em voltar para casa aonde era o ultimo lugar que ele lembrará onde esteve e que ele sabia como chegar.

Um corpo dolorido acordava num sofá confortável com um pouco de comida tombado no chão. André acordava sentindo fortes dores no corpo, mas sem nenhum sangramento. Fortes dores provinha de onde deveria estar saindo muito sangue.

- Cara que sonho, olha que o dia nem escureceu.

Levantou-se tirou os sapatos, passou no banheiro lavou a cara, tomou um remédio para parar a dor de cabeça e se deitou em sua cama por onde desejava ficar até o dia seguinte

Continua...

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