Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

Capitulo 10.3- 10 Lições para se tornar um super herói passar num concursso publico

10-(parte 3)

Após uma tensa conversa sem perguntas. A próxima lição ia ser dada.

-ho ho ho – ria o velho antes de começar a falar – Vamos agora para uma lição mais dinâmica. APRENDEREMOS a voar!

André parou e olhou com uma careta de duvida para o Senhor que falava com muita empolgação e ao se conteve e perguntou.

- Mas olha só velhote. Eu já sei voar!

-Não, não, não. Você está simplesmente nadando no ar. Vou te ensinar a voar realmente.

André se lembrou das altas velocidades que ele conseguia atingir em suas “nadadas” e se pôs a perguntar como voar poderia ser algo mais rápido.

O velho então se colocou em uma posição ligeiramente agachada, com as pernas abertas, e quando tocou as mãos no chão sem tocar os joelhos, em um impulso, ele...ele...ele SUMIU!!!

Quando André acordou do susto quase um minuto depois, o senhor estava atrás dele com uma câmera de revelação instantânea na mão e fotos de lugares como França, Índia, Japão.

- Desculpe a demora tive que passar em casa para pegar a câmera e eu demorei em encontrar as chaves.

- Peraí. Não me dia que tu foste a todos esses lugares em menos de um minuto!

- Sim, sim. Esses são um dos todos os poderes que você tem e não sabe usar. Então vamos nos mover. Você é jovem demais para ser sedentário.

- Ok, mas não vou ter que fazer aquela pose ridícula para voar desse jeito né?

-Ho ho ho. Muito engraçado. Não, não precisa. Mas tem que se concentrar muito. Agora feche os olhos. E pense no lugar mais distante que você gostaria de estar.

André então fechou os olhos e imaginou topo do kilimanjaro. Pensou na bela vista que teria lá de cima. Pensou nas torradas amanteigadas preparadas pela sua mãe, seu sabor e seu adorável cheiro pela manha. Seu estomago roncou. Voltou então a pensar no kilimanjaro.

- respire fundo e se lance ao céu o mais forte que puder.

Então nosso herói se curvou e num único segundo estava na sua casa. Sem entender muita coisa pensou que as torradas havia o feito desviar o caminho. E para evitar isso torrou algumas fatias de pão para comer. Enquanto esperava o pão ficar pronto seu pai acorda no meio da noite e o vê vestido em seus trajes de super herói. Que graças ao sono esse fato só passou com uma simples frase “Vai dormir e para de ficar usando essa fantasia ridícula. Você já é bem grandinho, sábia?”

Após isso e as torradas comidas o kilimanjaro era a próxima parada. Ele fechou os olhos, se imaginou no topo da montanha e se lançou ao seu. Mas dessa vez preferiu abrir os olhos durante a viagem. E descobriu o que acontecia. Ele voava não apenas no ar mais por debaixo da terra também. E em poucos segundos lá estava ele no topo da Tanzânia. Ficou lá por alguns minutos apreciando a vista.

Foi então que lembrou que o velhote estava a sua espera e que precisava voltar. Imaginou a casca de ovo e voou direto para lá!

Ao chegar o Senhor estava com uma cara de aflito com se tivesse feito uma besteira.

- Que bom que voltastes. Achava que havias morrido!!!

- Que isso. Só demorei por que quis parar para comer.

Continua....

Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

Capitulo 10.2- 10 Lições para se tornar um super herói passar num concursso publico

10-(parte 2)

Ainda no ritmo de perguntas e respostas André “foi rápido no gatilho” e voltou a perguntar.

- Próxima lição então? – Perguntou instantaneamente.

- Nada mais de perguntas? – Respondeu mais rápido do que o jovem herói.

- Como é que é? – Exclamou André com uma coisa similar a uma careta de estranheza no rosto.

-Nada mais de perguntas. E se você fizer mais quatro vezes estará acabado.

- Perai! Isso é sério?

- Três vezes.

- Tá tá ta bom. – Exaltou André.

E em um pensamento rápido ele pensou em só fazer afirmações para ver se colhia o conhecimento que o “velhote” tinha para transmitir.

- Vou fazer ar perguntas certas então.

-Ótimo – Respondeu o velho - Só tem mais três para fazer. Agora estás limitado para pensar na hora de agir, e quis agir rápido na hora de pensar. Alguma duvida?

- Sim. Até quando ficaremos nisso?

- Duas. Não está sabendo aproveitar suas perguntas. Ficaremos o tempo que eu quiser.

- Você me enganou perfeitamente nesse lance de me perguntar se eu tinha duvida.

- Prossiga.

Fazer as afirmações no lugar de perguntas era muito dúbio para o André, pois não sabia como aquele senhor poderia responder. Ele tinha que ser mais esperto.

- Quero parar com essa palhaçada agora quero passar para a próxima lição – chutou André sobre o que poderia ser a resposta certa.

-Não- respondeu secamente o bom senhor - Vamos continuar. Eu não disse que estava bom o suficiente.

“Quando será suficiente?” perguntava-se André em sua cabeça, ao mesmo tempo em que tentava formular mais frases, sem se na interrogativa.

Começou então a acreditar que era para ele deduzir o que estava sendo treinando ali. E voltou a afirmar:

- Esse teste de raciocínio é bom mesmo. – André afirmava com um sorriso no rosto.

E com uma cara de reprovação o “Velhote” respondeu:

- Seria bom se fosse um teste de raciocínio. Mas não é. Entretanto gostei da ultima afirmativa.

BELEZA! Era tudo que André queria ouvir. Ele estava indo pelo caminho certo Só precisava saber como acabar para a próxima lição

- ME sinto pronto para a próxima lição!

- Não estas não. Moleque atrevido.

- Não? – Deslizou André.

- Só mais uma. E está tudo acabado.

O silencio tomou a sala clara que parecia escurecer aos poucos. André refletiu sobre o fim de tudo estar na ultima pergunta. Depois pensou o que seria o “acabado” do “nada de bom” velhote. Encheu o peito com a frase tremendo seus lábios como se fosse um rio querendo transbordar. Tremia de medo de estar errado. E com um violento suspiro as palavras saíram:

- O QUE ACONTECE SE EU FIZER A ULTIMA PERGUNTA?

E com um sorriso no rosto o Senhor lhe respondeu com uma risada sem pestanejar. E era uma risada cortante e de tom quase que maligno que misturava insanidade, com um pouco de prazer e uma pitada de felicidade, mas essa ultima bem de leve.

-Finalmente fizeste a pergunta certa. Não temestes o fim sendo que o quando me falei em acabado me referia à lição. Ser uma pessoa destemida e arriscar tudo nas ultimas fichas são atitudes de um super herói. Você é mais bravo que parece. Superastes seus medos e temores. - E agora mais brando e com um ar de satisfação o Senhor suavemente terminou- Agora vamos para numero três.

Continua

Quinta-feira, 3 de Abril de 2008

Capitulo 10.1- 10 Lições para se tornar um super herói passar num concursso publico

10 –(parte 1)

Voltando para a grande sala branca e luminosa já, apelidada por André com Casa branca brazuca ou Casca de ovo, o senhor voltou a falar com a mesma tranqüilidade de sempre.

- Você deve ter muitas perguntas. Certo? – falava enquanto gesticulava as mãos - Lição numero UM, dois pontos, questione tudo que eu falar. Pergunte e reflita todas suas duvidas devem ser tiradas agora. Estamos entendidos quanto a lição UM?

- Creio eu que sim. Respondeu André que já não estava transformado em nosso bravo herói.

- Ótimo. Você é menos burro que eu pensava.

- Como é?! – respondeu André não entendendo a grosseria que o velho senhor simpático acabará de falar.

- Uma brincadeira meu jovem, uma sutil brincadeira. Agora pergunte qualquer coisa.

- Qual o seu nome?

- Verdade. Conhecemos-nos em situações tão calorosas que nunca tivemos tempo para formalidades, me chame apenas de Senhor.

- Velhote.

- Senhor.

- Velhote.

- SENHOR.

- Tá bom. SENHOR. – Afirmou André – velhote – resmungou André logo em seguida.

- PRÓXIMA PERGUNTA

- Por que eu?

- Essa é fácil. Por que era o único desesperado na área que toparia ceder 40% da sua alma para a mãe terra. Próxima.

Meio chocado com as respostas a mente do André parou e refletiu que se continuasse daquele jeito ele iria se matar então depois de refletir muito ele pediu.

- Por favor, podemos pular para a próxima lição?!

- Claro. Mas saiba que vai se arrepender disso...

Continua...



Esboços de um herói brasileiro

Capítulo Dez - 10 Lições básicas de como se tornar um herói e passar num concurso público

O proximo cápitulo ficou um pouco grandinho entaão serão divididos em 10 partes que tentarei publicar todos os dias

Quinta-feira, 27 de Março de 2008

Capítulo nove: Uma noite sem nada, que o treinamento tardio comece

9-

A luz ardia seus olhos, o incomodado o que dormia, no recinto. André que ainda não havia se recuperado do combate que seu alterego enfrentou. Remexeu-se um pouco, e um pouco relutante se levantou. A luz que outra hora ardia seus olhos era a luz da lâmpada de seu quarto, que fora acesa pela sua mãe para acordá-lo. No relógio digital que ficava numa bancada a frente da cama marcava dez e trina e cinco da noite.

Ao se levantar da cama com o corpo ainda se arrastando, foi até a sala e começou a imaginar o que “raios” era aquele tal Anjo de Pedra. Desejou profundamente que aquele simpático senhor aparecesse naquele momento e explicasse todas as coisas pendentes do ultimo encontro.

André então se sentou na mesma poltrona, ligou a TV e começou a esperar que novamente fosse levado para o hall dos Lisarb’s. Mas isso não aconteceu. André chegou a cochilar na poltrona esperando tal fato acontecer, porem nada aconteceu. Num desses cambaleios de sono. André deslumbrou um quadro de horários que ele mesmo havia feito. Era uma rotina de rondas que ele faria as noites para poder dar cabo dos malfeitores noturnos, mesmo achando que os diurnos já deram caldo para o dia todo.

Volto para o seu quarto e se arrumou para dormir. Deito-se na cama e com um leve toque no medalhão e com um brilho muito intenso LISARB surge novamente. Só que sem toda a graça das vezes anteriores. Estava sem feridas, mas seu traje estava em retalhos.

Saindo pela janela, Lisarb rondava silenciosamente as ruas, os bairros, apartando algumas confusões. Mas havia muito medo. Achava que a qualquer momento o Anjo de Pedra poderia aparecer e desmontá-lo, como um boneco de ação miniatura. E foi então que ao virar a esquina!!!!!!!!!!!!! Lisarb esbarra com um senhor simpático. O mesmo que o André esperava na poltrona.

-Vamos filho. -falava sorridente o senhor – Se não houver mais interrupções ou atrasos, podemos continuar nosso treinamento?

Continua...

Quinta-feira, 20 de Março de 2008

Capítulo oito - Em pocições, preparados, Lutem a contra alguem realemtne duro o ANJO DE PEDRA!

8-

Voltando para o céu Lisarb ainda ensopado e com a respiração ofegante voltou a se por em posição de ataque, enquanto o ser alado já voltava a atacar em alta velocidade.

- Que diabos você é? – questionava Lisarb no mesmo momento que segurava penosamente as mãos pedregosas de seu oponente.

-Quem sou eu LISARB? – fala a besta – EU SOU O ANJO DE PEDRA! Não lembra mais de mim?

-Desculpe. Naquela festa as escuras nem dava pra saber quem era o que? – respondeu ironizando o adversário.

-Você agora está engraçadinho, hein? Vamos ver por quanto tempo duro esse seu sorriso!

E mais uma sucessões de ataques e defesas irromperam no ar, mas os golpes de nosso super herói parecia não afetar o tal do anjo de pedra. E a cada soco seus punhos se cortavam mais e mais cada vez se tornando os cortes mais profundos feitos pelas pedras pontiagudas. Seu traje estava em retalhos, e sua energia quase que totalmente esvaecida. Foi quando Com mais um golpe nas costas Lisarb voltou a cair nas águas da Lagoa, que agora já estava com uma platéia consideravelmente respeitosa com estrangeiros e tudo para apreciar a luta.

O Anjo de Pedra ficou sobrevoando a lagoa procurando seu alvo. A essa altura muitos já aplaudiam o que nem sabia o que era. Do outro lado da lagoa Lisarb saia escondido parecia estar com o braço fraturado.

-Nunca pensei que a lagoa fosse tão rasa – falava consigo mesmo o nosso herói – mas talvez eu consiga prende-lo de baixo d’água e ir embora ele é de pedra. Espero que ele não bóie.

Voltando a se lançar no ar, mas já sem tanta ferocidade Lisarb vai atacar o anjo de pedra agora com um plano traçado, a questão que rodava na cabeça dele era que se o plano funcionaria. Subiu o mais alto que conseguia deixando o sol bem atrás dele. Então ele o chamou:

-Fala ai anjinho barroco! É só isso que você sabe fazer? – Gritava lá de cima.

E ao olhar para o nosso herói o anjo de pedra ficou ofuscado com a luz do sol. E era essa a brecha da guarda do seu oponente que Lisarb queria se lançando a mais de Mil por hora, ambos caíram dentro das águas e por alguns segundos que, se arrastaram tanto por causa da ansiedade dos espectadores, o mar ficou calmo. Como se não tive havido uma batalha lá.

Um minuto depois sobe para superfície Lisarb, que nada até a orla e acaba ficando deitado por um tempo nela. Quando os flashes começaram a pipocar nos seus olhos ardidos de tanta dor que sentia ele se lembrou de Seu estado como André que deveria estar em um lugar aonde ele nem lembrava como chegar. Levantou-se com a ajuda de alguns fãs e se lançou aos seus vagarosamente, arrastando os pés nas águas da Lagoa antes de conseguir adquirir altitude. Senti-se desejando seu corpo de André e acabou decidindo em voltar para casa aonde era o ultimo lugar que ele lembrará onde esteve e que ele sabia como chegar.

Um corpo dolorido acordava num sofá confortável com um pouco de comida tombado no chão. André acordava sentindo fortes dores no corpo, mas sem nenhum sangramento. Fortes dores provinha de onde deveria estar saindo muito sangue.

- Cara que sonho, olha que o dia nem escureceu.

Levantou-se tirou os sapatos, passou no banheiro lavou a cara, tomou um remédio para parar a dor de cabeça e se deitou em sua cama por onde desejava ficar até o dia seguinte

Continua...

Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Capítulo Sete - Um primeiro encontro, um encontro nada romantico

7-

Ainda no hall dos Lisarbes, André sem entender nada, ainda olhando o altar vazio questionava para o velho.

- Quem se libertou? O que deveria estar naquele altar?

-O seu pior inimigo. – respondia com temor na voz – mas você não está preparado para isso.

-Perá ai! Tu acha que eu não sou páreo para o que quer que seja o que estava nesse altar?-falava André descrente do poder do seu oponente.

-Você é novo e não quero perder outro Lisarb.

Indignado André fecha os olhos e se concentra. Seu medalhão no peito começou a brilhar e todas as sensações ruins que ele sentira pela manha voltavam. Em poucos segundos ele estava no corpo do poderoso Lisarb.

-Mestre João! – dizia Lisarb – estou retornando para a Terra para deter o Anjo de Pedr!

E com um pulo ele se lançou em direção ao teto do hall que de tão alto parecia não ter. Coberto pelas nuvens e uma claridade muito forte, ele foi jogado para cima da lagoa Rodrigo de Freitas.

Ele parou por um instante e começou a se esforçar para ouvir um rastro de seu Arquiinimigo. Mas não demorou muito e ao abrir os olhos ele viu um grande vulto negro escondido pela luz do sol, voando em altíssima velocidade em sua direção. Lisarb preparou a defesa, mas foi inútil. Ao chegar perto criatura o jogou para água com muita força. Encharcado Lisarb saia da água a beira da lagoa.

- Isso vai ser divertido – vociferou Lisarb.

-Muito divertido – Respondeu a besta alada.